Cresce número de pais estrangeiros que vivem no Brasil e coletam as células-tronco do cordão umbilical do bebê

Em meio a crise financeira, o BCU Brasil, banco de cordão umbilical privado, registra aumento de clientes estrangeiros e estabilização de clientes brasileiros.

Coletar e armazenar as células-tronco do cordão umbilical do bebê na hora do nascimento é uma prática comum em países, como nos Estados Unidos e alguns europeus. E para os pais estrangeiros que vivem no Brasil a procura por este tipo de serviço tem crescido neste ano, de acordo com dados do Banco de Cordão Umbilical BCU Brasil.

“Em 2014 percebemos um aumento de 25% da clientela estrangeira. Acreditamos que o fortalecimento do dólar, em conjunto com a experiência da nossa empresa nos Estados Unidos, México e outros países sulamericanos, proporcionou este crescimento”, afirma Dr. Alexandre Trevisan, sócio do BCU Brasil, que conclui: “a nossa empresa faz parte de um grupo internacional, presentes em países como EUA, México, Colômbia e Argentina, esse é um dos fatos que atraem pais que possuem dupla cidadania ou que já têm material armazenado em uma das nossas parceiras, nos procurarem”.

Entretanto, a retomada do dólar sempre causa impactos na economia interna. Em virtude disso, em contrapartida, o BCU Brasil percebeu uma queda no número de clientes brasileiros que buscam pelo serviço. “Vínhamos saboreando um crescimento mensal total na casa dos 12% até iniciar esta incerteza de mercado. Esta taxa caiu para 8%, mas observamos o aumento de clientes estrangeiros, o que segurou a margem positiva”, afirma ele.

Para chegar a estes números, o BCU Brasil analisou os dados disponíveis em seu banco de dados, que inclui, entre várias outras informações, a profissão e cargo dos pais, a moeda em que o salário é pago, além da nacionalidade e porque escolheu o BCU Brasil para coletar e armazenar as células-tronco do cordão umbilical dos filhos.

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