10 motivos para guardar as células-tronco do cordão umbilical do seu bebê

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Claro que nunca pensamos em usá-las, assim como não pensamos em precisar de nenhum tipo de serviço médico, nem privado nem público. Falar que é um seguro de vida também não é a melhor maneira de incentivar os pais a guardar ou doar as células-tronco do cordão umbilical. Já que o importante é nunca descartar este rico material genético capaz de salvar vidas.

Coletar as células-tronco do cordão umbilical é uma prática que vem crescendo cada vez mais no país, os custos para retirar e armazenar em bancos privados que há cinco ou seis anos eram exorbitantes, exclusividade apenas das classes A e B, hoje estão mais acessíveis, o que faz com que muitos pais busquem esta opção para que, se por ventura, venham a precisar futuramente e também por acreditarem na evolução da ciência, o que não é errado, já que milhares de coisas mudaram e se desenvolveram na medicina nos últimos 100 anos. Ainda bem!

Mas quais são os reais motivos para guardar as células-tronco do cordão umbilical? Quais são os benefícios? O que é verdade e o que é mito? Você quer saber as respostas para estas perguntas? Confira abaixo as principais dúvidas das gestantes sobre o tema.

  • Por que eu devo guardar as células-tronco do cordão umbilical?

Em nosso corpo há células-tronco em diversos lugares, como na medula óssea, gordura e polpa dentária. Entretanto, as oriundas do cordão umbilical são consideradas as mais puras, ou seja, são virgens, não sofreram com estresse, medicamentos ou poluição no mundo exterior. E a única oportunidade de guardar estas células é na hora do parto. Além disso, elas possuem 100% de compatibilidade com o doador.

  • Quais doenças podem ser tratadas com estas células?

Atualmente mais de 80 doenças já podem ser tratadas com células-tronco. Entre elas, destacam-se: leucemias, linfomas, anemias, talassemia, retinoblastoma, entre outras. Além disso, mais de 200 outras estão em fase de estudos apresentando resultados promissores.

  • Como é feita a coleta e o armazenamento destas células?

A coleta é feita de maneira indolor e sem qualquer risco para a mamãe e para o bebê. Ela é realizada por profissionais capacitados em um sistema com materiais completamente fechados, ou seja, não há contato físico com o sangue do cordão. O material coletado é colocado em uma caixa de transporte específica para este fim, que garante a temperatura ideal, até chegar ao laboratório no prazo máximo de 48 horas, onde será processado, ou seja, será feito a contagem das células, a dosagem de CD34 para a detecção das células progenitoras, exames microbiológicos e viabilidade celular, para então ser armazenado em tanques específicos para este fim em nitrogênio à -196˚C. O material pode ficar armazenado por mais de 20 anos.

  • Como garantir que as células armazenadas ainda estão aptas para uso?

Anualmente são feitos testes de viabilidade celular nas células-tronco que são armazenadas, que averiguam a qualidade das mesmas, caso seja necessário para uso. Estes testes são feitos graças aos dois batoques de 5 ml e 5 segmentos que são destinados exatamente para este fim.

  • Eu posso usar as células do meu filho para outras pessoas da família, como irmãos?

Sim, mas neste caso é necessária uma autorização judicial para a transferência do material armazenado. Ele pode ser usado entre irmãos e pais, caso haja compatibilidade. A chance de as células serem compatíveis com estes membros da família é de 25%, bem maior do que encontrar um doador compatível nos bancos públicos.

  • Qual a diferença entre os bancos públicos e privados de armazenamento?

Quando você doa as células-tronco para o banco público você está disponibilizando o material para qualquer pessoa que seja compatível com o seu filho. Além disso, não são todos os hospitais onde pode ser feita a coleta para doação, somente em locais credenciados pela Rede Brasilcord. Este material não fica guardado para uso exclusivo do doador, ou seja, caso necessário você terá que entrar na fila para encontrar alguém compatível; Já nos bancos privados este material é seu, ou seja, exclusivo para você, caso seja necessário ser utilizado para o tratamento de alguma doença.

  • Por que alguns médicos não recomendam guardar as células-tronco em bancos privados?

Alguns médicos defendem que o uso autólogo (no próprio doador) não é recomendado pelo fato de acreditarem que as células sofreram mutações genéticas intrauterinas, principalmente no caso de câncer ainda na infância. Entretanto, isto não é efetivamente comprovado. Em muitos países o uso autólogo já foi feito e realizado com sucesso, como no México, uma das nações pioneiras em pesquisas e uso de células-tronco do cordão umbilical. Outro exemplo é um estudo da Duke University (EUA), realizado em 2010, com crianças e bebês com paralisia cerebral que foram tratados com sangue do seu próprio cordão umbilical e apresentaram melhoras significativas nas habilidades motoras e de fala.

  • Quais gestantes não podem ter a coleta feita?

Mulheres que tenham partos prematuros, antes de 32 semanas de gestação, não podem fazer a coleta. Entretanto, não há nenhuma restrição para mulheres que tenham alguma doença, como HIV ou Hepatite, porque o sangue coletado não é o da mãe e sim do bebê.

  • Para coletar nos bancos privados é preciso que o hospital esteja cadastrado?

No caso do BCU Brasil não, a coleta pode ser feita em qualquer hospital do Brasil. Inclusive em partos emergenciais, já que temos uma equipe que atua 24 horas por dia nos quatro cantos do país.

  • Por que escolher o BCU Brasil?

O BCU Brasil faz parte do maior grupo de coleta e armazenamento de células-tronco da América Latina. Atualmente ele está presente nas cinco regiões do país. Sem contar que possui uma equipe com mais de 15 anos de experiência em criogenia e utiliza o que há de mais avançado em tecnologia do mercado, seja nos materiais utilizados para armazenamento, como nos tanques e equipamentos de análise do material coletado, seguindo todas as recomendações do padrão Netcord, maior órgão internacional sobre o assunto.

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