Por Que Guardar

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A medicina está em constante evolução e as células-tronco, que já são usadas para o tratamento de mais de 80 enfermidades, é uma das grandes esperanças para o futuro, visto que mais de 200 pesquisas estão em andamento, apresentando resultados promissores.

Sendo assim, relacionamos aqui uma série de perguntas sobre o porque é importante guardar as células-tronco do cordão umbilical. Aproveite este momento único que é o parto.

É um material riquíssimo capaz de multiplicar-se e diferenciar-se em vários tecidos do corpo humano, inclusive sangue, ossos, nervos, músculos, entre outros. Essa descoberta já é utilizada no tratamento de diversas doenças. Falando de forma mais simples é como uma peça nova que pode substituir peças defeituosas, graças ao seu alto poder de transformação, ou seja, podem modificar células doentes em células saudáveis.

Ao contrário do que muita gente pensa, as células-tronco adultas não estão localizadas apenas na medula óssea e no cordão umbilical. Elas também são encontradas no líquido amniótico, na polpa dentária, dentro de alguns órgãos, no sangue periférico e até na gordura.

Entretanto, é no sangue do cordão umbilical que é possível coletá-las em grande quantidade e com um diferencial fantástico: são consideradas virgens, ou seja, não sofreu nenhuma interferência de fatores externos, além de serem 100% compatíveis com o doador.

As células-tronco do cordão umbilical estão entre as mais saudáveis.

Trata-se de uma das melhores fontes de células-tronco de nosso corpo. E como já dissemos, elas são consideradas puras por não terem sofrido influência externa, como estresse, tempo, infecções, alterações de temperatura e medicamentos.

Todas essas características demonstram sua expressiva eficácia terapêutica no tratamento de mais de 80 enfermidades, inclusive algumas graves, como alguns tipos de tumores.

A coleta é completamente simples e indolor tanto para a mamãe como para o bebê, não interferindo em absolutamente nada nos procedimentos do parto.

Logo após a retirada do bebê e do corte do cordão umbilical, ainda no centro obstétrico, é realizada a assepsia do cordão pela equipe que fará a punção por meio da veia umbilical.

O material é coletado em sistema fechado que protege contra qualquer tipo de contaminação. Depois disso, o material é acondicionado em uma caixa de transporte de material biológico e então é encaminhado ao nosso laboratório, onde será processado e criopreservado em nossos tanques específicos a -196°C.

Em hipótese alguma. O procedimento é completamente indolor tanto para o bebê quanto para a mamãe.

Não, conforme explicitamos anteriormente na questão 4 o sangue é coletado sem a presença do bebê e, em alguns casos, sem a presença da mamãe em um sistema fechado e livre de contaminação.

Sim, a coleta pode ser feita em parto normal ou cesárea, desde que seja realizado em um hospital ou ambiente hospitalar. No caso de casas de parto, ou partos residenciais, não é permitida a coleta das células-tronco do cordão umbilical.

Sim, de acordo com a legislação que rege o funcionamento dos bancos de cordão umbilical e placentários (RDC 153, de 14 de junho de 2004), partos a partir de 32 semanas de gestação podem ter a coleta das células-tronco do cordão umbilical. Partos realizados antes desse período não podem ter as células coletadas.

Sim, este é um procedimento exigido pela Anvisa, pois o sangue deve ser submetido a testes para verificar doenças que podem ser transmitidas pela placenta, como HTLV, HIV, CMV, Sífilis, Hepatite B e C além da Eletroferese de Hb.

As células-tronco do cordão umbilical coletadas pela empresa BCU Brasil são armazenadas em sua matriz, localizada em São Paulo. Para regiões distantes, o transporte é feito por avião, porém quando o local é próximo, o deslocamento é feito via terrestre, por empresas especializadas e autorizadas para fazer este tipo de procedimento, que trabalham 24 horas por dia, 7 dias na semana.

As células-tronco precisam estar no seu destino final em até 48 horas. O sangue do cordão umbilical deve ser transportado sem muita variação de temperatura, para não prejudicar as células e também não pode ser congelado neste momento (conforme portaria da ANVISA), já que ainda não foi processado para separação, contagem, viabilidade das células-tronco e, somente depois de tudo isso, é feito o congelamento em nitrogênio líquido a -196°C .

Para garantir a qualidade no transporte, o BCU Brasil segue todas as normas determinadas pela Anvisa.

O BCU Brasil trabalha com equipamentos da mais alta tecnologia para garantir o máximo aproveitamento das células-tronco coletadas. Assim que chega ao laboratório, o material é processado em um sistema fechado e totalmente estéril por meio de um equipamento chamado SEPAX.

Essa tecnologia permite a redução do volume a ser congelado e, consequentemente, uma diminuição no protetor celular (DMSO) utilizado, promovendo uma melhora na qualidade do processo e uma recuperação na quantidade de células.
Armazenamos separadamente 2 batoques de 5ml e 5 segmentos (para teste de viabilidade celular).
Durante o procedimento é realizado a dosagem de CD34 para a detecção das células progenitoras, exames microbiológicos, contagem de células e viabilidade celular.

Este é um processo que permite separar as células, realizar a contagem e a viabilidade das mesmas, para então realizar o congelamento em nitrogênio líquido a – 196°C.

Possuímos escritórios regionais nas cinco regiões do país, oferecendo atendimento personalizado. Além disso, investimos constantemente em equipamentos da mais alta tecnologia e profissionais altamente especializados em criogenia, oferecendo toda a segurança e serviços completos para cada um de nossos clientes.

Infinitamente! Atualmente já existe sangue de cordão umbilical congelado por mais de 20 anos e com viabilidade para uso. Com as novas tecnologias é possível manter o material congelado por tempo indeterminado.

No caso das bolsas bi-partidas, cada bolsa pode ser usada até duas vezes em períodos diferentes, dependendo do protocolo a ser utilizado. Entretanto, após o material ser descongelado o mesmo não pode ser congelado novamente.

Não. O BCU Brasil possui equipamentos de última geração e equipe altamente especializada para garantir o melhor aproveitamento das células-tronco congeladas. E para oferecer toda garantia, realizamos testes anuais com amostras aleatórias armazenadas em nosso banco que confirma a viabilidade das células que estão sempre armazenadas nas mesmas condições.

Este é o nome que se dá à técnica de congelamento e armazenamento das células sob temperaturas muito baixas. No caso das células-tronco a -196°C.

Todo o processo é feito por um sistema automatizado. No laboratório do BCU Brasil, o congelamento é programado e feito de maneira gradual, mantendo a qualidade e a garantia de todos os procedimentos operacionais.

Para ser utilizada é preciso um requerimento médico. Além disso, as mesmas só poderão ser liberadas pelos tutores ou pelos próprios beneficiários.

Depende de cada doença. No caso de câncer de sangue ou doenças auto-imunes (diabetes, lúpus, esclerose múltipla, entre outras), é realizada a quimioterapia para tirar a memória das células ruins, para depois infundir as células do sangue de cordão umbilical armazenado.
Já para doenças cardíacas, pulmonares, renais, derrame, entre outras, as células-tronco são colocadas diretamente no tecido lesado ou então na corrente sanguínea.

Para reparação do osso ou da pele, as células-tronco são carregadas por uma matriz, pois desta forma as células entendem que têm que se transformar no respectivo tecido. Por exemplo: se for pele, matriz da pele, se for osso, matriz para osso, e assim por diante.

As células-tronco armazenadas devem ser solicitadas pela família, lembrando-se sempre que o requerimento médico é imprescindível.

Não. O sangue do cordão umbilical é utilizado pela própria pessoa, portanto é 100% compatível com o doador. No caso de uso para parentes próximos (pais e irmãos) é feito o teste de compatibilidade, entretanto nesses casos específicos o material só pode ser liberado mediante autorização judicial.

O BCU Brasil oferece toda a consultoria jurídica para a liberação do material. O transporte também pode ser feito pelo BCU Brasil. No caso de outras regiões ou países, oferecemos consultoria para a realização do envio do material.

O sangue é transportado em um tanque pequeno específico para transporte, com um sistema de vedação, dentro de uma bolsa térmica para impedir a movimentação do material. É um equipamento portátil e de fácil locomoção.

Atualmente, mais de 80 doenças já podem ser tratadas com células-tronco e mais de 200 estão em fase de pesquisas apresentando resultados promissores. Entre as enfermidades que já podem ser tratadas com esse rico material estão:

DOENÇAS COM TRATAMENTO PADRONIZADO
Nestes casos, o tratamento com células-tronco do cordão umbilical é eficaz e está totalmente comprovado, padronizado e generalizado.

Anemias
Anemia Aplástica Severa
Anemia Congênita Deseritropoiética
Anemia de Fanconi
Hemoglobinúria Paroxística Noturna (HPN)
Aplasia Pura dos Eritrócitos
Anemia falciforme
Anomalias Hereditárias das Plaquetas:
Amegacariocitose
Trombocitopenia Congênita
Trombastenia de Glanzmann
Anomalias Hereditárias dos Eritrócitos
Ataxia
Doenças Mieloproliferativas:
Mielofibrose Aguda
Metaplasia Mielóide Agnogênica (Mielofibrose)
Policitemia Vera
Trombocitemia Essencial
Anomalias Hereditárias dos Glóbulos Vermelhos
Talassemia ß Major (Anemia de Cooley):
Anemia Blackfan-Diamond
Aplasia Pura dos Eritrócitos
Anemia Falciforme
Câncer na Medula Óssea:
Mieloma Múltiplo
Leucemia dos Plasmócitos
Macroglobulinemia de Waldenstrom
Disqueratose
Deficiência da Adesão dos Leucócitos
Doenças dos Fagócitos:
Síndrome de Chediak-Higashi
Doença Crônica Granulomatosa
Deficiência dos Neutrófilos em Actina
Disgenesia Reticular
Doenças Linfoproliferativas
Doença Linfoproliferativa Ligada ao Cromossomo-X
Hemoglobinúria Paroxística Noturna
Imunodeficiência Variável Comum
Imunodeficiência Severa Combinada (IDSC):
IDSC com Deficiência em Adenosina-Desaminase
IDSC Ligada ao Cromossomo-X
IDSC com Ausência de Células-T e Células-B
IDSC com Ausência de Células-T e com Células-B Normais
Agamaglobulinopatia Ligada ao Cromossomo-X
Síndrome de Omenn
Déficit da Fosforilase dos Nucleotidios das Purinas
Leucemias:
Câncer das células do sangue com função imunológica
Câncer dos leucócitos
Câncer dos glóbulos brancos
Leucemias Aguda:
Leucemia linfoblástica Aguda (LLA)
Leucemia Mieloide Aguda (LMA)
Leucemia Bifenotípica Aguda
Leucemia Indiferenciada Aguda
Leucemias Crônica:
Leucemia Mieloide Crônica (LMC)
Leucemia Linfocítica Crônica (LLC)
Leucemia Mieloide Crônica Juvenil (LMCJ)
Leucemia Mielomonocítica Juvenil (LMMJ)
Linfomas:
Linfomas Hodgkin
Linfomas Não Hodgkin
Linfoma de Burkitt
Mieloma Múltiplo
Neuroblastoma
Neutropenias:
Síndrome de Kostmann
Mielocatexia
Retinoblastoma
Síndrome de DiGeorge
Síndromes Mielodisplásicos:
Anemia Refratária (AR)
Anemia Refratária com Sideroblastos em Anel (ARS)
Anemia Refratária com Excesso de Blastos (AREB)
Transformação (AREB-T)
Leucemia Mielomonocítica Crônica (LMMC)
Síndrome dos Linfócitos Lisos
Síndrome de Wiskott-Aldrich
Talassemia
Telangiectasia

Sim, inclusive há várias publicações médicas sobre o tema.

Desde 1988 já foram realizados mais de 10 mil transplantes com as células-tronco do cordão umbilical no mundo e tratadas mais de 40 doenças das que estão relacionadas acima.

No Banco Privado as células-tronco ficam armazenadas para o uso da própria pessoa ou de familiares próximos. Estão disponíveis de forma imediata, sem a necessidade de espera por uma compatibilidade.

Já nos Bancos Públicos, as células-tronco ficam disponíveis para qualquer pessoa, dependendo apenas da compatibilidade para uso. Entretanto, com a miscigenação das raças as chances de encontrar doadores compatíveis são cada vez menores, ou seja, há uma fila de espera.

De qualquer modo, seja armazenando em um banco privado ou doando para um banco público, o importante é não desperdiçar esse material riquíssimo em propriedades terapêuticas.

Sim, o BCU Brasil está à frente de várias pesquisas no ramo de biotecnologia junto à equipe de transplante hepático da Universidade de São Paulo – USP. E também no Centro de Pesquisas do Grupo no México, Estados Unidos e demais países onde a empresa possui laboratórios.

Caso isso ocorra, peça ao seu médico que entre em contato com o nosso departamento técnico, onde mantemos uma equipe de pesquisadores à disposição para sanar todas as dúvidas.

Como dissemos anteriormente, o BCU Brasil trabalha com equipamentos e materiais da mais alta qualidade e tecnologia, entre eles utilizamos o OVERWRAP, um envelope especial que envolve a bolsa de congelamento e impede a contaminação entre as bolsas já armazenadas em nosso laboratório. Uma garantia a mais da qualidade dos serviços BCU Brasil para nossos clientes.

No momento que você contrata os serviços de coleta do sangue do cordão umbilical com o BCU Brasil, é assinado um contrato onde especifica que esse sangue armazenado será destinado ao dono do cordão ou familiares, mediante a autorização do responsável e devidamente identificado com etiquetas próprias para uso em criogenia, além de um sofisticado e seguro sistema de informações computadorizado.

O BCU Brasil oferece toda a consultoria jurídica para o transporte das células-tronco para outro país, orientando seus clientes. Esse transporte deve ser feito por uma empresa especializada em transporte biológico.

Nossa equipe possui treinamento específico para a realização do procedimento, assim como os médicos que estão aptos a fazerem a coleta com qualidade e eficiência. O BCU Brasil possui uma equipe multidisciplinar que dará todo o treinamento necessário ao médico e enfermeiros que realizarão a coleta do sangue do cordão umbilical do seu bebê.

Sim, no momento da assinatura do contrato, o kit para coleta já está incluso nos serviços que oferecemos, assim como o processamento das células em nosso laboratório.

Caso tenha alguma pergunta ou dúvida que não tenha sido sanada aqui, por favor, entre em contato conosco. Será um prazer atendê-lo.