Por que guardar
as células-tronco do
cordão umbilical?


O sangue presente no cordão umbilical é extremamente rico em células-tronco, que assim como bebê ainda não sofreu influência do meio externo, são células-puras.


Essas células podem vir a ser coletadas e armazenadas para tratamento de mais de 80 tipos de doenças como, anemias e leucemias, pois são capazes de se transformar em qualquer outro tipo de célula.

Como é feita a
coleta do sangue do
cordão umbilical?


A coleta dói?


Não. O procedimento de coleta do sangue de cordão umbilical é seguro e indolor tanto para a mamãe quanto para o bebê, pois após o nascimento do bebê o profissional do BCU tem contato apenas com o cordão umbilical e a placenta.

A coleta do sangue
pode ser feita em
qual tipo de parto?


Contando que seja em ambiente hospitalar a coleta pode ser realizada em todos os tipos de parto (exceto os realizados dentro da água).

A coleta pode ser
realizada em
partos prematuros?


Sim, de acordo com a legislação que rege o funcionamento dos bancos de cordão umbilical e placentários (RDC 153, de 14 de junho de 2004), partos a partir de 32 semanas de gestação podem realizar a coleta. Partos realizados antes desse período não podem ter o sangue do cordão coletado.

É preciso coletar
e analisar o sangue
da mãe?


Sim, este é um procedimento exigido pela Anvisa, pois o sangue deve ser submetido a testes para verificar doenças que podem ser transmitidas pela placenta, como HTLV, HIV, CMV, Sífilis, Hepatite B e C além de Eletroferese de Hb.

Como funciona o
transporte do sangue
até o laboratório?


Após a coleta, o sangue do cordão umbilical é enviado para o laboratório do BCU em São Paulo, por uma empresa especializada em transportar materiais biológicos, seguindo todas as recomendações da ANVISA.

Quando o sangue
chega no laboratório,
o que acontece?


Quando o sangue chega no BCU Brasil ele é conferido, identificado e posteriormente passa por um processamento automatizado chamado SEPAX. O SEPAX, faz a separação do sangue em: células-tronco, plasma e hemácias. Após esse processo as células-tronco vão para a refrigeração gradual até atingir a temperatura de -80°C para depois serem congeladas e armazenadas em tanques de nitrogênio a -196°C.

Quanto tempo as
células-tronco
ficam armazenadas?


Pode-se dizer que elas ficam armazenadas por tempo indeterminado. As primeiras células-tronco coletadas e criopreservadas estão nos Estados Unidos há 30 anos e estão aptas para utilização. O BCU Brasil utiliza da mesma tecnologia, isso significa que quanto mais tempo aquelas células ficarem armazenadas as daqui também ficarão.

Quantas vezes o
material pode ser
descongelado?


Atualmente o BCU Brasil utiliza uma bolsa única de células tronco com 48ml, e o sangue só pode ser descongelado uma única vez. Para os laboratórios que utilizam as bolsas bipartidas quem decide quantas bolsas vai utilizar sempre é o médico, pois é avaliado a quantidade de células armazenadas em cada uma e dependendo da patologia a ser tratada ele opta em fazer o transplante com as duas bolsas.

No congelamento,
as células perdem
vitalidade?


Não. A criopreservação tem como objetivo de preservar as células vivas de maneira que ao ser reconstituídas, se recuperem com alto grau de viabilidade e integridade funcional. Os agentes crioprotetores são utilizados para proteger a células durante o congelamento minimizando a formação de gelo intracelular e a desidratação celular que ocorre durante o congelamento.

O que significa
criopreservação?


Este é o nome que se dá à técnica de congelamento e armazenamento das células sob temperaturas muito baixas. No caso das células-tronco a -196°C.

Em caso de
transplante,
o que devo fazer?


Caso seja necessário o uso das células-tronco armazenadas, é necessário que a família faça a solicitação apresentando o requerimento médico, o material é separado e transportado por uma empresa especializada até o seu destino.

Quem pode utilizar
as células armazenadas
com o BCU?


As células-tronco armazenadas com o BCU são para uso autólogo, ou seja, para uso da própria criança com certeza de 100% de compatibilidade. Mas caso for necessário a utilização, com uma autorização judicial é possível a liberação para parentes de primeiro grau (pai, mãe, irmão e filhos) nesses casos a compatibilidade pode ser de aproximadamente 25%.

Qual a diferença entre
o banco público e privado
de armazenamento de
células-tronco?


No banco privado as células-tronco ficam armazenadas para uso da pessoa ou de familiares, sendo disponibilizadas de maneira imediata quando necessário. Já no banco público, as células-tronco ficam disponíveis para qualquer pessoa, dependendo apenas da compatibilidade.

Qual a certeza de que o
sangue do meu filho não
vai ser misturado e
contaminado com o de
outro cliente?


As bolsas contendo células-tronco hematopoiéticas são armazenadas seguindo todas as normas pré-estabelecidas, utilizando o processador sanguíneo Sepax, automático, para armazenamento em tanques com nitrogênio líquido para criopreservação por tempo indeterminado, estas amostras são identificadas com etiquetas com códigos de barra em local fixo e pré-determinado que permita sua localização com facilidade, rapidez e segurança. As amostras são armazenadas em estojo individual. São realizados exames de sorologia e hemocultura que certifiquem que as amostras não estejam contaminadas.

O que me garante
a eficiência da coleta
na hora do parto?


O BCU conta com profissionais treinados e qualificados para realizar a coleta de maneira segura e eficiente.

E aí, ainda tem dúvida?
Aqui tem muito mais conteúdo pra você.


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